Caros leitores do Blog é com muita alegria que hoje disponibilizo para
vocês o resumo do artigo que fiz junto com a minha companheira de estudos e
artigos Barbara Fernandes Bersot. Esse artigo também teve uma apresentação feita
na UFRJ – Campus Fundão. SEMINÁRIO UFRJ FAZ 100 ANOS, o nosso tema foi: A Educação Infantil
na Universidade: Interações e reflexões sobre as práticas docentes na Escola de
Educação Infantil da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A EDUCAÇÃO INFANTIL NA UNIVERSIDADE: INTERAÇÕES E REFLEXÕES SOBRE AS PRÁTICAS DOCENTES
NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL
DA UNIVERSIDADE FEDERAL
DO RIO DE JANEIRO.
Ilana Caroline Barbalho
Coutinho
UFRJ-EEI, Professora Substituta, Pedagoga
Barbara Fernandes Bersot
UERJ - Membro do grupo de pesquisa:
Infância Saber Docente,
UFRJ-EEI, Professora Substituta- Pedagoga,
Introdução
A Escola de Educação Infantil
da Universidade Federal
do Rio de Janeiro (EEI-UFRJ) de- senvolve
uma prática permeada com diálogo/democracia entre todas as esferas da
instituição e da Universidade.
Buscamos reafirmar a escola como um espaço de desenvolvimento infantil e profissional, isto é, de encontros entre metodologias para a pequena
infância e do protagonismo infantil. Nesse espaço de interações/brincadeiras percebemos
propostas institucionais que envolvem diversas esferas acadêmicas. A EEI-UFRJ
dialoga com as diversas áreas do conhecimento
científico, envolvendo o ensino, a pesquisa e a extensão.
Na EEI-UFRJ temos
um olhar sobre a criança,
da criança autora,
produtora de cultura,
onde está presente
no artigo 4º da Resolução nº 5 de 17 de Dezembro de 2009 que fixa as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil, vejamos:
As
propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro do planejamento
curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia,
constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca,
imagina, fantasia, deseja,
aprende, observa, experimen- ta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a
sociedade, produzindo cultura.¹
A criança vem para a escola com uma bagagem cultural, ela não está “vazia”. Esse pensamento é errôneo! A criança é produtora de cultura, logo permitimos que ela traga suas questões. Nos professoras começamos a trabalhar e “desvendar” o que foi trazido! Como o planejamento da escola é flexível, nosso olhar e escuta estão voltados as suas curiosidades/demandas. (...) Continua.
- Se alguém desejar posso compartilhar o artigo ou o anais do SEMINÁRIO
UFRJ FAZ 100 ANOS.
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